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A SC Johnson e o Brasil mantêm até hoje uma parceria histórica que teve início em 1935, com um bimotor anfíbio, batizado de “Carnaúba”. O neto do fundador da Companhia, H. F. Johnson Jr., empreendeu uma viagem ao Nordeste do Brasil, em busca de reservas permanentes da palmeira de carnaúba, matéria- prima chave na produção de ceras. O objetivo era estudar cientificamente as palmeiras ceríferas, que cresciam apenas em certas partes do litoral e do interior do país.
Em 1937, foi inaugurada uma fábrica de processamento de carnaúba em Fortaleza (CE). No ano seguinte, a Companhia estabeleceu uma plantação na região de Maracanaú, chamada Fazenda Raposa para servir como centro de pesquisa do cultivo, extração e refino da carnaúba e outras palmeiras ceríferas. Posteriormente, esta área foi doada à Universidade do Estado do Ceará.
Recentemente, em 2007, foi inaugurada a fábrica de Manaus (AM). A sede administrativa permanece no Rio de Janeiro e conta com o ponto de apoio do Escritório Comercial e da Distribuidora, ambos em São Paulo, e laboratórios em São Paulo e Santa Catarina.